quarta-feira, 14 de março de 2012

Histórias de Peão. Parte VI

Remédio Especial.

Acordei ao meio dia do dia seguinte. Minha mãe estava batendo na porta do meu quarto insistentemente.

Não conseguia levantar, estava com todos os músculos doloridos. Meus olhos ardiam, meu nariz estava entupido e respirar doía.

Fiquei quietinha esperando que ela fosse inteligente o bastante para forçar a maçaneta e entrar. E quando ela entrou, sorriu.

-Hei dorminhoca, já está na hora do almoço. Pensei que tinha saído cedo, não a vi. O que te deu pra não ir dar uma volta de carro logo cedo?
-Mãe, eu to morrendo.-Me assustei com a minha voz.-Socorro.
-Flor, você está rouca.-Ela colocou a mão na minha testa.-Minha nossa senhora, você está pegando fogo. O que andou aprontando hein?
-O carro atolou e eu vim andando.
-Embaixo daquela tempestade?
-Não tinha outra.-Sorri e fechei os olhos.-Agora fica paradinha, você ta me deixando tonta.
-Flor, eu estou parada.-Ela ergueu o corpo e colocou as mãos na cintura.-Eu vou ligar pra um médico e preparar um chazinho pra você. Fica quietinha aqui, não tenta levantar.

Fiquei uns dez minutos sozinha e meu pai entrou no quarto preocupado.

-Flor, você está bem?
-Não.-Eu estava com os olhos fechados.-O peão trouxe o carro?
-Está lá na garagem.-Ele colocou um pano úmido na minha testa.-Com quem saiu ontem à noite?
-Sozinha. Mas não encontrei nada interessante, quando voltei à chuva apertou.-Abri os olhos.-Hoje tem treino, eu preciso exercitar o Café.
-Você vai é repousar. Outra pessoa faz isso.
-Mas ele está acostumado com meu peso, se alguém mais pesado montar nele, ele vai acostumar e na hora da prova, vai pegar pesado e...
-Ta eu sei, mas a prova é daqui a três semanas. Então, fica quietinha que até lá você vai ter tempo de sobra pra treinar.

Fechei os olhos e apaguei. Acordei poucas vezes aquele dia. Uma vez foi para tomar uma sopa horrorosa. E outra vez, para tomar remédios com um copo de suco de mamão, que eu detesto.

Enfim, me entreguei ao sono o dia inteirinho e quando a noite chegou, não havia nada para fazer, ninguém com quem conversar. Liguei a TV e comecei a assistir desenho. Não estava com facilidade de raciocinar.

Ouvi a porta da varanda sendo forçada e quando ela abriu, imaginei minha mãe entrando.

Gabriel passou pela soleira e olhou em volta, até me encontrar na cama. Pronto, eu havia morrido e estava no paraíso. Ou estava delirando.

-Posso?
-Vem aqui.-Ronronei com aquela voz de paciente manhosa.-O que faz aqui?
-Fiquei sabendo que tinha uma cabrita resfriada aqui na fazenda.-Ele riu quando fiz careta.-Está linda com o nariz vermelho.
-Gentil até umas hora.-Falei baixo e ele riu.-Se eu soubesse que você viria assim, tinha tentado me suicidar há muito mais tempo.
-E você estava tentando se matar?
-Eu estava embaixo de uma tempestade, na escuridão de uma estrada vazia. Só podia estar querendo morrer.-Tentei sentar.-Pega água pra mim?

Ele foi até a jarra, pegou um copo de água e deu na minha mão. Eu o puxei pra sentar ao meu lado.

-Fica aqui comigo.
-Alguém pode entrar.
-Tranca a porta por dentro.-Indiquei a chave na fechadura.-E vem assistir desenho.

Ele foi até a porta, trancou com a chave e voltou pra sentar ao meu lado. Eu puxei a coberta e me aconcheguei ao corpo quente dele.
Era tão delicioso senti-lo ali comigo. Sempre quis estar com ele, abraçada, amparada. Mas era sempre sexo e correria.

Agora ele acariciava meus cabelos, calado e sozinho com seus pensamentos. Fechei os olhos sentindo o perfume dele, acabei apagando mais uma vez.

Quando acordei no meio da madrugada, ele estava comigo ainda. Havia pego no sono também. Mas a minha mãe chamava na porta.

-Gabriel.-Sussurrei enquanto o empurrava.-Acorda.
-Hum?
-Minha mãe está na porta.
-Espera eu sair pela varanda e abre a porta.
-Ta.-Ele me beijou e saiu, me levantei da cama e abri a porta.-Oi mãe, sabia que eu gostaria muito de dormir e só acordar quando estivesse inteira?
-É gracinha eu sei, mas impossível acordar inteira sem tomar os remédios.-Ela se calou quando viu a porta aberta.-Flor, essa porta devia estar trancada. Assim nunca vai melhorar.

Ela foi trancar a porta do quarto e ficou um tempo olhando pra fora, depois fechou a cortina, desligou a TV e abriu o vidro de remédio.

-Bem, bem. Tome logo isso. Quero voltar pra cama.

Tomei o remédio e entreguei o copo a ela. Ela sentou ao meu lado, ali onde Gabriel havia sentado e sorriu.

-Daqui a poucos dias, você vai estar ótima. E vai poder voltar a aprontar.
-Assim espero.-Ela me beijou na testa e se levantou.-Boa noite mami.
-Boa noite anjo.

Me deitei novamente e virei para o lado onde Gabriel esteve deitado.
Hum, cheirinho do meu peão no meu travesseiro.
Fechei os olhos e o abracei. Dormi feito um anjo naquela noite.

Levou três dias para eu me recuperar a ponto de andar pela casa. O resfriado me pegou feio. Eu estava indo pra cozinha, quando me deparei com a empregada. Meu rosto queimou de vergonha. Por causa da minha curiosidade, eu estava naquele estado.

-Precisa de algo, menina Flor?
-Na verdade, preciso sim.-Me aproximei dela.-Você pode me chamar o Gabriel? Dizer que o estou esperando no meu quarto?
-Menina, isso não se faz. Imagina o que seus pais iriam pensar.
-Ah, com certeza eles também iriam pensar mal se soubessem de uma certa festinha lá no barracão, entre meu avô, você e o Rogério.
-É... há que horas?
-À noite. Depois que todos forem dormir. Diga que estou piorando e pedi para vê-lo. Inventa, faz drama, só pede pra ele vir me ver.
-Tudo bem.-Ela baixou a cabeça.-Mas sobre aquilo que a senhorita viu...
-Quem disse que vi algo?-Sorri com malícia.-Eu não vi nada e não sei de nada. E quero continuar sem saber.
-Certo.-Ela sorriu.-Mais alguma coisa?
-Sim, comida. Preciso de algo pra forrar o estômago.
-Que bom que a senhorita está com fome. Fiz um risoto que está uma delícia. Como tem comido pouco e colocado tudo pra fora, imaginei que fosse gostar de comer algo que não seja sopa.
-Ah obrigada.-Sentei ali com uma banana na mão.-Já estava começando a me sentir pastosa.
-Certo. Assim que terminar de arrumar a cozinha, depois do jantar, eu vou chamar o seu peão.
-Que mané meu.-Descasquei a banana sorrindo.-Só tenho segredos dele também e quero fazer mais uma troca.
-A senhorita é fogo.

Comi na cozinha com a empregada. Minha avó, tadinha estava ficando lelé com a idade. Ela vivia dizendo pra eu não andar pela casa, porque estava espalhando germes.

Terminado o jantar, fui tomar um banho e esperar meu peão. Me perfumei um pouco, pra minha mãe não perceber minhas intenções e vesti uma lingerie vermelha sob o pijama.

Antes de ir dormir, minha mãe veio me ver, colocou o termômetro (embaixo do braço), me deu os remédios e saiu desejando boa noite.
A febre havia baixado, mas o fogo subiu, quando a porta da varanda abriu.

Só tomei um banho de água fria, quando a empregada passou por ela.

-O que você está fazendo aqui?
-Desculpa senhorita, mas achei que não iria gostar de ficar esperando a toa.
-Como assim, esperando a toa?
-Gabriel não pode vir.-Ela suspirou.-Ele não está na fazenda.
-Mas... ele ficou a semana inteira.
-É que... ele bem... ele saiu com...
-Com quem?
-Com a namorada.-Ai meu coração.-Parece que foram no cinema.
-E tem cinema nessa jossa de cidade?
-Não, mas tem na próxima e tem um hotel grande também e...
-Ta certo.-Respirei fundo.-Obrigada assim mesmo.
-Com licença.

Me levantei da cama com raiva, andava de um lado a outro. Mas que droga ele estava pensando? Por que nunca me disse que tinha uma namorada?

Não suportei ficar no quarto. Coloquei uma roupa confortável, saí pela varanda e fui até o estábulo. Estava com tanta saudade do meu cavalinho, que era até confortante estar com ele.

-Olá campeão.-Acariciei a cara negra dele e levei uma fungada nos cabelos.-Vamos passear?

O tirei da baia e sem selar o cavalo, montei e saí dali.
Qualquer pessoa diria que aquilo era suicídio, mas eu estava a fim de esfriar os ânimos.

Fomos pra margem do rio que cortava a fazenda. O soltei e fui sentar na margem. Era gostoso sentir aquele friozinho na pele. Ainda estava um pouco febril, mas estava excitada e frustrada. Deixei o tempo passar, para esquecer a vida.

Ouvi passos e olhei pra trás. Vinha alguém, passadas largas e fortes. Me armei com a maior pedra que consegui pegar e relaxei quando Miguel apareceu.

-Pensei que ele havia se soltado sozinho.-Ele falou, enquanto colocava a rédea que havia trago consigo.-Seu avô nos mataria.
-Ele é a estrela do rodeio.-Falei orgulhosa, enquanto me levantava.-Mas a quem mais meu avô mataria?
-Ao Gabriel e a mim. Estamos com a tarefa de cuidar dos animais para exposição.
-E aonde você tem dormido?
-Na casa do Gabriel, no sofá.-Ele deu de ombros.-Só que ele está acompanhado e eu acabei indo deitar na rede nos fundos da casa dos peões.
-Esse Gabriel não tem jeito mesmo.-Hum, como eu gostaria de arrancar o saco dele e pendurar no pescoço da vaca que estava com ele.
-Mas a senhorita não devia estar aqui fora agora.-Ele amarrou o cavalo em uma árvore e veio sentar comigo.-Fiquei sabendo que esteve doente porque... pegou chuva.
-Ah sim. Ainda estou um pouco resfriada.-Era incrível, ele agia como se nada houvesse acontecido.-Mas foi só charme e um pouco de preguiça.
-E... a senhorita está pálida. Não estaria precisando de um médico?
-Sabe verificar a temperatura?
-Do método tradicional.-Ele riu e meus mamilos ficaram rijos.-E com essa saia, seria bem simples...
-Miguel, se eu não o conhecesse, diria que está com segundas intenções.
-E a senhorita me conhece?
-Não.-Sorri e aproximei o rosto ao dele.-Mas adoraria.
-Então faz favor.-Ele me puxou pro colo e me beijou, possuindo minha boca e me deixando desorientada.-Dessa vez eu trouxe camisinha.
-Hum, um médico precavido.-Comecei a brincadeira.-Então doutor, já sabe o que tenho?
-Não, mas vou começar os exames agora.-Ele desabotoou minha blusa e chiou quando me viu sem sutiã.-Hum, muito interessante.
-O que é interessante doutor?
-Espere um momento, me deixe examiná-la por completo.-Ele enfiou meu peito na boca e o sugou me deixando mais excitada. O calor fazendo voltas no meu corpo.-Hum, como eu imaginava.
-O que imaginava doutor?
-Acalme-se.-Ele enfiou os dedos dentro da minha calcinha.-Como eu imaginava, essa calcinha vai atrapalhar.
-Não seria mais fácil tirá-la?
-Claro, claro.-Ele não me pôs de pé, nem deslizou a calcinha pelas minhas pernas. Apenas a puxou até rasgar.-Assim é mais rápido.
-Você é louco?-Senhor, se eu continuasse daquela forma, iria acabar sem calcinhas.-Que merda de exame é esse?
-A senhorita está muito tensa.-Ele me beijou mais uma vez e tirou a camisinha do bolso da calça.-Faz esse favor?
-Uhum.-Rasguei o pacotinho da camisinha e abri as calças dele, libertando aquele pau magnífico. Coloquei a camisinha na cabecinha e quando ia desenrolá-la com os dedos, ele me segurou.-O que foi?
-Com a boca.-Fiquei sem ar. Mas como estava topando tudo, baixei a cabeça, tirei o ar da camisinha com os dedos e terminei de desenrolá-la com os lábios.-Isso gostosa. Hum, que boquinha.
-E agora doutor, o que eu faço?
-Você, senta no meu pau.-Ele me conduziu, colocou o pau na entradinha da minha boceta e me fez sentar com força.-Ah que delícia.
-Então doutor.-Eu falei, enquanto rebolava devagar.-Já sabe o que tenho?
-Mais ou menos.-Ele puxou meus cabelos e quando meus peitos ficaram bem empinados, ele os atacou, mordendo e chupando.-Continua rebolando gostosa.

E a boca dele descia e subia pelo meu pescoço, as mãos apertavam meu traseiro.

O pau dele me preenchia inteira, ia bem fundo. Eu estava bem molhadinha e rebolava com força naquele pauzão enorme. Me apoiei nos ombros dele e subia e descia e rebolava. De qualquer forma que eu mexesse, era delicioso senti-lo atacando minha boceta e chupando meus peitos.

Ele soltou meus cabelos, me desmontou de seu colo e me pôs de quatro. Hum, alguma coisa me dizia que eu iria adorar aquilo.
Ele me segurou pelos cabelos mais uma vez e começou a cavalgar em mim.

Realmente, era uma delícia trepar com um peão. Acho que era o leite fresco de vaca que os deixava tão viris e dominadores. E tem muito playboy bombado, que pensa que é o rei da macarena.

Ele soltou meus cabelos, eu abaixei um pouco o corpo e ele abraçou minhas costas, metia de cima pra baixo, me deixando doida e a ponto de gozar. Gememos os dois, gozando de forma deliciosamente arrebatadora.

Caímos sobre a grama, recuperando o fôlego, enquanto os corpos desencaixavam. Foi uma rapidinha incrível e deliciosa

-Então doutor, descobriu o que tenho?
-Claro.-Ele me beijou e riu.-Excesso de gostosura.
-E isso mata?
-Leva ao infarto, mas pode ficar tranqüila, você sairá ilesa.-Ele sorriu.-Agora é sério moça, está esfriando mais e você ainda está com febre. É melhor voltar pra cama agora.
-Minha cama é tão vazia.-Resmunguei baixinho.-Será que tem lugar pra mim na sua rede?
-Claro que tem.-Ele riu.-Mas se nos pegam, me capam sem ter tempo pra fugir.
-Que pecado.-Abotoei minha blusa e vi os restos mortais da minha calcinha.-É, vou parar de usar isso.
-Ah, faça esse favor.-Ele se ajeitou e me ajudou a levantar.-Vamos voltar?
-Tudo bem.-Soltei o cavalo e pegamos o caminho de volta.-Você trabalha aqui há muito tempo? Não lembro de você nas últimas vezes que vim participar do rodeio.
-Sou só temporário.-Continuamos caminhando até o estábulo.-A senhorita pode ficar tranqüila.
-Eu sei Miguel.-Levei o cavalo até a baia, tirei a rédea e acariciei a crina negra.-Por isso gosto de você. Não arruma problemas pra mim e nem pra você.
-Isso custaria muito a nós dois.
-E é por isso que será um segredo.-Abotoei o cinto dele e sorri.-Agora com licença, eu vou indo.
-Até a próxima, moça.
-Até a próxima.-O beijei na bochecha e saí dali apressada. Esbarrei com Gabriel na entrada do estábulo.-Você?
-O que faz aqui?
-Estava com saudades do meu cavalo.-Ele me segurou pelo braço e saiu dali me puxando.-O que está fazendo?
-Você mandou me chamar. Fui te ver e seu quarto estava vazio.
-Já falei, vim ver meu cavalo.
-E o que fazia com Miguel?-Ele continuava me puxando em direção ao casebre.
-Ele pensou que o cavalo havia fugido e foi buscá-lo.
-Sei.-Ele me enfiou na casa, trancou a porta e me tombou na cama.-Pensei que havia arrumado outro amante.
-Está louco? Mal conheço aquele peão.-A mão dele foi pra baixo da minha saia e ele sorriu.-Eu estava te esperando, fazer o que?
-Hum, espera eu tomar um banho rápido?
-Posso tomar esse banho com você?
-Claro.-Ele me levou até o banheiro pequeno.-Só que a água é fria.
-Me esquenta então.

Nos despimos apressados e fomos pro banheiro tropeçando nos próprios pés. Ele me abraçou e encheu minha boca com aquele beijo possesso. Ah meu corpo estava esquentando de tesão. Mesmo estando morrendo de raiva, aquele era o meu peão. O homem por quem eu estive apaixonada desde a adolescência.

Ele não brincou, quando disse que a água era fria. Abriu o registro e caiu litros de água congelante, que me arrepiou até a alma.

Começamos a brincar com uma barra de sabão, as mãos dele passeavam pela minha pele e se demoravam na minha bunda. Ele começou a me estimular, enfiar os dedos na minha boceta, e ao mesmo tempo, lubrificava a entrada do meu cuzinho com o sabonete.
Eu não raciocinava direito. Ele enfiava os dedos e esfregava num ritmo frenético, enquanto a outra mão se assegurava de abrir caminho no meu botão.

Ele passou um pouco do sabonete no pau e me virou de costas. Começou a pincelar o pau na entrada, abriu bem minha bunda e foi colocando a cabecinha no buraquinho apertado.

Eu estava relaxada. Minha menina se contraiu, quando o pau dele começou a deslizar inteiro para dentro do meu rabo. Ele foi devagar, descobrindo a entrada e me deixando acostumar com o tamanho do pau.

Em certo momento, ele ficou confiante e me segurou pela cintura, estocando com força no meu rabo.

Aquilo me deu sensações novas, prazeres novos. O tesão se renovou e eu me senti na lua.

Ele estocava com força agora. Apertava meus peitos, me imprensava contra a parede, chupava meu pescoço e me masturbava. E era delicioso sentir aquela mão grande me estimulando, enquanto aquele pau enorme me penetrava com força.

Ele enfiou e enfiou e socou com força e devagar. E eu gemia, ele permanecia quieto. Só ouvi o som de sua voz quando me chamou de gostosa e disse que eu iria enlouquecê-lo.
O fogo foi aumentando. Eu rebolei jogando a bunda naquela pica e arranquei um urro de prazer. Ele grunhiu, gemeu e por fim, me segurou enquanto estocava com mais força e mais rápido. Gozou metendo e arremetendo.

Eu pensei que havia acabado, ficamos embaixo do chuveiro um momento, ele pegou uma toalha, nos secou e me levou para a cama.

Tombamos sobre ela mais uma vez. E dessa vez, ele já veio penetrando minha boceta, pra minha surpresa.

Ele me calou com um beijo de línguas enroladas enquanto me penetrava com força, me fazendo delirar.

Minhas pernas estavam bem abertas, meu corpo estava relaxado, entregue ao prazer. Ele me abraçou com força e começou num ritmo tão rápido e desenfreado, que só senti o orgasmo me atacando como ondas. Um atrás do outro, me fazendo gozar naquele pau duro e molhando a cama.

-Você é linda.-Ele sussurrou no meu ouvido.-Me faz perder a cabeça.

Com ele eu não conseguia brincar. Eu só queria me entregar e morrer de tesão naquele abraço. E ele meteu mais fundo e mais forte, me fazendo perder a noção da realidade e gozar de uma forma louca e intensa.

Então, ele tirou o pau da minha boceta e me puxou pra chupá-lo. E eu chupei e lambi, sentindo meu gosto nele inteirinho. Ele me segurou pelos cabelos, conduzindo e gemendo, anunciando que iria gozar.
Senti o pau dele pulsar e jatos de sêmen saindo dele.

Devagar, Gabriel ajoelhou, enquanto eu ainda estava chupando e limpando aquela porra toda.

Ele deitou na cama respirando pesado e eu fui correndo no banheiro me limpar.

Quando voltei, ele me olhava com aqueles olhos de gavião, me deixou com medo, pela primeira vez.

-Você está bem?
-Claro.-Ele riu.-Só estou com ciúmes.
-Ciúmes por quê?
-Você e Miguel.-Ele me puxou para deitar sobre o peito dele.-Você não o conhece, vai acabar se surpreendendo.
-Não tenho nada com o Miguel.-Falei com o máximo de honestidade que não havia em minhas desculpas esfarrapadas.-Pra ser sincera, ele tem um olhar sinistro. Me dá medo.
-Então ele não te contou?
-O que?
-Nada.-Ele respirou fundo e fechou os olhos.-Desculpe, estou me metendo. Estou cansado, é isso.
-É, deve ser cansativo transar com tantas mulheres em uma só noite.-Me levantei e comecei a caçar minhas roupas.-Com licença, eu tenho que ir.
-Flor...

Me vesti e saí dali apressada. Corri o mais rápido que pude até em casa e entrei pela varanda. Quase desencarnei, quando vi minha mãe no quarto.

-Ai mamãe, que susto.-Parei a beira da cama, ofegante.-O que faz aqui no escuro?
-Vim ver se tomou os remédios e não a encontrei. Resolvi esperá-la.-

Ela indicou a hora. Três e meia da manhã. Meia hora de atraso no remédio, meia hora de espera no meu quarto.-Onde a senhorita estava?

-No estábulo.-Falei enquanto ia ao banheiro colocar a camisola.-Acordei e perdi o sono. Fui dar uma volta a cavalo.
-Sabe que seu avô não gosta que saiamos sozinhas à noite. Essa fazenda é perigosa.
-Eu sei mãe. Mas só fui até o rio.
-Certo.-Ela se levantou.-Flor, acho melhor se cuidar, se não quiser que seu avô atire no Gabriel, como fez com Fernando.
-O que está dizendo?
-Só um aviso.-Ela me deu o vidro de remédio.-Se cuide. Essa fazenda é muito bem vigiada, pode acabar se encrencando.
-Mas eu não fiz...
-Flor, você está mentindo só pra você.-Ela me beijou na testa.-Bem, vou me deitar. Quando quiser se abrir sobre esse assunto, estarei disposta a te ouvir e não vou te julgar.

E saiu do quarto trancando a porta. Não, eu não podia dizer a minha mãe, que estava transando com dois peões ao mesmo tempo em horários alternados. Seria preocupá-la sem motivos.

Que ficasse tudo como estava. Eu estava saciada e isso era o que mais importava.

Só que, quando caí na cama, percebi que ainda estava carente.

Histórias de Peão. Parte V

Um Anjo Misterioso.



Meu pai havia me prometido um carro, quando terminei os estudos e completei dezoito. Eu havia me preparado quase um ano, treinando e tirando a carteira, mas acabamos nos mudando e os projetos ficaram pra depois.

O carro era um Peugeot azul caneta conversível. Estávamos assistindo TV outro dia e passou um daquele e eu comentei. Nossa. Quase não coube em mim de tanta alegria.

A primeira providência que tomei, foi arrancar o laçarote vermelho, jogar nas mãos do meu pai e pegar a estrada.

Eu chamava atenção por onde passava e o carrinho era comportado. Parecia um avião. Muito mais confortável de dirigir, do que as pick-up’s da fazenda.

Voltei pra casa no finalzinho da tarde. O carro estava imundo, eu descabelada e corada. Mas estava feliz.

Meu avô me repreendeu pelo estado em que estávamos, tanto eu quanto o carro.

-Aonde a mocinha pensa que vai?
-Tomar um banho.-Apontei pra dentro.
-E vai largar esse carro imundo aqui? Não, pode levá-lo lá pra trás e tirar essa lama dele. Cuide melhor das suas coisas menina.

Baixei a cabeça e voltei pro carro, o levei para os fundos, aonde davam banho nos cavalos e puxei uma mangueira.

Alguns peões estavam de longe observando a filhinha de papai fazendo trabalho de empregado. Resolvi fazer um show pra eles. Liguei o rádio do carro e a Shakira cantava She Wolf. (Preciso dizer que esse CD dela ficou horrível?)

Mesmo assim, eu me mexia enquanto fechava a capota do carro. As músicas estilo Madona, uma esponja e uma mangueira. E logo os peões largaram tudo e ficaram olhando.

Aprendi a dançar desde nova, fazia aula de balé, dança do ventre, jazz, dancei até axé. E por isso, cada esfregão que eu dava no carro, meu traseiro empinava e rebolava. E eu dançava e jogava água no carro. E molhei a frente da blusa, que ficou transparente, mostrando o sutiã rendado que eu vestia por baixo.

A água fria estava uma delícia. O sol esquentava minha pele, secava a água que escorria pelos meus braços.

Em um determinado momento, um dos peões se aproximou. Eu tomei um baita susto. Ele era estranho, tinha um olhar sinistro. Me assustei quando ele apareceu atrás de mim, estava visivelmente excitado.

-A moça não quer ajuda?
-Não obrigada, já estou terminando.
-Eu insisto.
-Então ta.-Dei a mangueira na mão dele.-Fica a vontade. Quando terminar, estaciona ele lá na frente pra mim.

Peguei minha bolsa e saí correndo dali. Gabriel estava nos observando de braços cruzados. Sorriu quando passei.

-Hei cabrita.-Não acredito que ele estava falando comigo naquele tom.-Não quer me ajudar com alguns cavalos?
-Cabrita?
-Força do hábito.-Ele sorriu.-Eu vou vacinar os campeões. Não quer vir?
-Estou molhada. Vou tomar um banho e trocar de roupas.
-Certo então. Estarei na baia vinte e cinco, se mudar de idéia.

Me bateu um arrepio. Ele estava seguindo para aquela baia aonde transamos há três semanas.

Saí dali e fui correndo tomar um banho. Não, dessa vez eu não iria atrás dele. Iria fazer doce, já havia corrido muito atrás dele. Enquanto ele não fosse ao meu quarto, eu não iria ceder.

A noite choveu mais. Estava naquela época em que fazia muito calor de dia e a chuva caía à tardinha. Típica chuva de verão. Coloquei um vestidinho bonitinho e fiz a maquiagem, deixei os cabelos soltos e fui passear.

Bem, quem disse que não tem o que se fazer na roça?

Estava certo. Circulei pela cidade, mas só havia um bar e a igreja aberta. A chuva estava aumentando, resolvi voltar pra casa. A estrada estava bem escura e enlameada. Pra meu azar, acabei atolando.

-Ai droga. Era só o que faltava.-Acelerei, mas piorou.-E o que eu faço?

Peguei o celular e estava sem área. Muito bom, pra quem ta cagado, um peido é lucro. (Como dizia Vanessa, minha amiga).

Não tinha jeito. Eu precisava ir andando. Ia destruir meu cabelo, meu vestido e meus sapatos. Mas não havia jeito mesmo.

Saí do carro, peguei minha bolsa e tranquei tudo. A chuva aumentou, para minha completa felicidade.

Cheguei à fazenda suja de lama e ensopada até os ossos. Os únicos que poderiam me ajudar naquele momento, seria um dos peões. Fui até o barracão dos peões e ouvi uns barulhos interessantes.

Me aproximei devagar e parei na escuridão, atrás da porta. Eram gemidos e havia alguém fazendo sexo animal ali dentro. E seja o que fosse, não era só um casal.

Me bateu um arrepio sinistro, circundei a casa e encontrei uma janela que dava pra uma varandinha mal coberta. Estava tudo molhado ali, mas era escuro e dali, dava para ver o que estava se passando no lado de dentro.

Havia dois peões e uma moça. Não vi muito bem o rosto de dois, mas um deles era alto, louro e com a pele bem escurecida pelo sol. Eu conhecia aquele, era o Rogério, tão gentil que eu pensava que era gay.


A moça, eu tinha a impressão de já ter visto, mas não conseguia enxergar o rosto dela também. De onde eu estava, podia ver o peão louro sentado, a moça sentada no colo dele e o outro de pé, segurando o pau na frente dela. Ele a tampava parcialmente, mas dava pra ver o show por completo.

Ela subia e descia. Dava pra ver que ela tinha um corpão de dar inveja há muitas banhistas da praia de Copacabana. E quanto mais ela subia e descia, mais dava pra ver aquela tora cravada dentro dela sumindo e aparecendo.

O outro que estava de pé cansou de segurar e gozou na cara dela. Mas não ficou mole não, o Rogério deitou, a moça deitou por cima e o outro entrou na brincadeira.

Agora eu via os três por inteiro. E para minha surpresa, a moça era a empregada da casa e o outro era ninguém menos do que meu avô.
No meio desse desenrolo me distraí e esqueci do carro, de onde estava, do que estava fazendo. Minha boceta se contraía, eu estava cada vez mais excitada, minha calcinha estava molhada de uma coisa pegajosa. Passei os dedos sobre ela, afastei um pouco a calcinha e comecei a me acariciar.

O tesão era tão forte, que doía. Eu cruzava as pernas com força, passei a estimular meu grelinho com mais intensidade, louca pra ter um pau acabando com aquele meu sofrimento.

Fechei os olhos por um momento enquanto meus dedos trabalhavam e com a outra mão, eu estava escorada na janela.

A mulher lá dentro urrava, meu avô metia com força nela.

Bem, eu sei que devia me envergonhar por estar espiando-os ali. Ainda mais sendo meu avô. Mas o tesão me prendeu no lugar, me tomou a atenção e não deixou que eu percebesse que também estava sendo observada.

Um homem surgiu da escuridão, só percebi quando ele me abraçou pela cintura e tapou minha boca por trás.

Gelei.

Minhas mãos travaram, minhas pernas ficaram moles. O susto me fez paralizar.

-Nunca disseram que é feio espiar a intimidade alheia?-Ele levou uma mão até o centro das minhas pernas e me tocou entre meus dedos.-Hum, posso participar da festa?

A boca dele estava bem perto do meu ouvido, ele sussurrava baixinho, me deixando arrepiada. Em minha mente o pânico e o tesão estavam se estapeando.

Eu só conseguia pensar em dizer: Socorro.

Mas a língua dele começou a acariciar minha orelha, o pau já estava sarrando na minha bunda. Ali estava, eu havia pedido um pau e ele chegou, em carne e músculo, só pra mim.

Engoli em seco, a imagem a frente era de dois homens de pé punhetando o pau e uma mulher ajoelhada chupando a pica deles.
E havia uma mão desconhecida me masturbando de uma forma deliciosa e havia um pau desconhecido sarrando na minha bunda. Ele abriu a calça, tirou o monumento e começou a roçar de verdade, na entradinha do meu rabinho e mais a baixo, na minha gruta molhada.

-Hum, que delícia de bocetinha quente.-Ele grunhiu no meu ouvido.-Vou adorar te foder moça.

Meu coração batia no ritmo de uma escola de samba, minha respiração estava pesada, meus olhos marejados. O tesão venceu o pânico. E quando ele finalmente entrou em mim, eu só pensava em gritar. Mas não por socorro e sim por mais.

Fechei os olhos e deitei a cabeça no ombro dele, enquanto ele me fodia devagar, me deixando fraca nos sentidos. Eu rebolava com o mastro dele fincado o mais fundo possível. Gemi baixinho, ainda com a boca tampada. Ele subiu a mão que estava me masturbando direto pros meus peitos e os libertou do decote.

Um vento frio passou por ali, fiquei mais arrepiada ainda. Rebolava devagar a bunda. A mão dele liberou minha boca e desceu para minha cintura junto com a outra.

Ergui a cabeça e me apoiei na parede, ele me fodia de baixo pra cima e agora começou a fazer com força, fiquei nas pontas dos pés, meu vestido na cintura.

Minha boceta babava a ponto de escorrer pelas pernas. Das outras vezes com Gabriel, foi de surpresa também, mas eu não estava tão excitada quanto naquele momento.

Lá dentro, a festa acabou e os três se vestiam pra tomar o rumo da roça.

-Acho melhor sairmos daqui agora.

Ele me arrastou para dentro do celeiro, tinha feno pra todo lado, alguns animais dormiam escorados um no outro, pelo frio.

E eu morrendo de calor, com aquele fogo correndo pelas minhas veias e aquecendo todo o corpo.

-Aqui dá pra brincar.-Ele me puxou pra uma mesa velha, me pôs sentada lá, com as pernas bem abertas e ajoelhou.-Hum, que delícia de bocetinha carnuda.
O homem caiu de língua na minha menina e eu gemi. Hum, era mesmo uma delícia. E ele chupou me fazendo ter espasmos de prazer.

Eu me contorci e o segurei pelos cabelos. Nossa, que delícia de chupada. Se todos os peões daquela fazenda eram bons daquele jeito, eu estava feita. Ia dar pra todo mundo.

Fechei os olhos e gemi, quanto mais ele sugava, mais eu me sentia sendo empurrada pra um abismo. E chegou a certo ponto que não tinha como segurar, eu me joguei.

Foi uma gozada incrível. Minha boceta latejava, meu corpo entrou em espasmos, ele chupou e lambeu tudinho. E quando pensei que estava acabado, ai, ai, era hora de mais pica.

Ele enfiou o pau em mim de uma vez, me deitou na mesa e apoiou minhas pernas em seu peito.

Hum, que delícia. Só em pensar, eu estou querendo mais.

Gemi feito louca, rebolei como uma cadela no cio, e quando mais um orgasmo me atingiu, eu fiquei sem rumo. Me sentia bêbada.Todo meu corpo se contraiu.

Ele largou minhas pernas e estocou com força, me segurando pela cintura, urrou como um bicho faminto e tirou o pau, gozando encima de mim.

Meu vestido, meu rosto, meus cabelos, minhas pernas, meus seios, tudo foi banhado de sêmen. Incrível demais, por mais alguns milésimos de segundos, ele teria gozado dentro de mim.

E eu fiquei mais excitada, quando senti aquela porra quente me banhando o corpo.

Relaxei, deitada na mesa. Ele abotoou as calças e me deu um tapa na perna de leve.

-Hei moça, vai precisar de ajuda com o carro de novo?

Agora eu sabia quem era aquele peão. Bem, me lembrava dele, mas não sabia ao certo quem ele era.

-Uhum. Ele ficou atolado na estrada.
-Eu vou buscá-lo. Pode ir pra casa agora.-Ele aproximou o rosto do meu e me segurou com força pelo queixo.-Pode ficar tranqüila, o que se passou aqui não vai chegar aos ouvidos de ninguém.
-Acho bom.-Ele sorriu, por um momento eu pensei que fosse me beijar, mas ele largou meu rosto e me deu as costas.-Hei atrevido, qual é o seu nome?
-Miguel.

Fiquei sem reação. Ele saiu dali e eu levei um tempo para me recuperar e me recompor. Devagar coloquei minhas intimidades escondidas no lugar certo e limpei parcialmente todo aquele sêmen com um lencinho que tinha na bolsa.

Fui pra casa tremendo de frio. A chuva estava mais fraca, mas meu corpo estava quente e com o impacto da chuva, eu congelei.
Subi pelas escadas que davam na piscina e entrei pela varanda que circundava os quartos. Entrei e fechei a porta, me recolhendo na intimidade e no aconchego do meu quarto quentinho.

Tirei as roupas e fui tomar um banho quente. Esperava poder dormir sossegada, mas uma série de espirros me atacou, enquanto estava embaixo do chuveiro quente.

Fechei o registro de água, me sequei e vesti um roupão felpudo, fui pra cama e me aninhei embaixo daqueles lençóis macios.

Então minha mente acusou a loucura que fiz. Havia espiado meu avô com outra mulher, havia transado com um estranho.

Mas meu corpo estava saciado. E isso me fez dormir como um anjo, em meio aqueles travesseiros macios.

(LINK PRA PARTE SEIS)
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Histórias de Peão. Parte IV

Entendendo um pouco do Mistério.



Naquela semana, a família estava um tanto abalada pelo acontecido. Afinal, o bom moço de família estava em coma pela pancada que recebeu.

Gabriel e eu fomos chamados para depor. Fiz exames de corpo de delito e tudo. No final, meu avô chamou o advogado da família, que nos livrou com a história da legítima defesa.

Quem não gostou muito, foram os pais do Carlos. Mas isso a gente pula.

Certa manhã, eu estava recolhendo a correspondência e vi um envelope bonito. Um convite de casamento. Mas aquele era especial. Era daqueles convites ilustres, direcionados a pessoa que seria testemunha.

E era pra mim.

Havia outros também no nome dos meus avós e dos meus pais.

-O que é isso querida?-Minha mãe se aproximou.-Ah, chegaram os convites para o casamento da Vitória.
-É.-Sentei no sofá.-Mas por que me convidaram para ser madrinha, se nem os conheço muito bem?
-Bom, a Chloe e o Fernando são seus padrinhos. E vocês são primas. E você tem dois anos a menos do que a Vitória. Então, ou isso, ou seria dama de honra.
-Melhor madrinha mesmo.-Joguei o envelope sobre a mesa.-Mas diz pra mim, por que eles não vêm aqui em casa?
-Há querida, foi à história de amor deles, que foi contra todos da família.
-Mesmo? E você conhece essa história?
-Claro. Aconteceu pouco antes de eu me casar com seu pai. Não se falava em outra coisa nessa região.
-E o que aconteceu de ousado na história deles? Pelo que sei, eles fugiram juntos.
-Vem, vamos para o seu quarto. Se alguém nos ouve, o clima vai esquentar por aqui.-Seguimos pelo corredor até meu quarto, nos trancamos lá e sentamos na cama.-Promete que não comenta com ninguém?
-Prometo.
-Bem, o Fernando é filhos bastardo do seu avô.-Meu queixo caiu no chão.-E a Chloe era a única neta dele. Os dois se apaixonaram quando ela tinha uns quinze ou dezesseis anos.

 -Mas ele sabia que era tio dela?
-Sabia. Há quem diga que ele só queria se vingar do velho.-Ela corou.-Desculpa, força do hábito. Do seu avô. E há quem diga que ele se apaixonou mesmo por ela.
-Hum. Mas o que tem de mais?
-Bom, na época ele era peão da fazenda e a Chloe não sabia sobre aquele segredo. Os dois namoraram escondido, mas ela acabou engravidando do Gabriel.
-Espera. Que Gabriel?
-O Gabriel veterinário. Aquele que cuida dos cavalos do seu avô.
-Veterinário?-Uau, ele tinha uma formação. Que vergonha.-Pensei que fosse só um peão.
-Começou assim. Mas acabou como veterinário. Mas espera que vem a melhor parte.
-Então conta.
-Fernando e Chloe enfrentaram seu avô e assumiram o relacionamento, falaram sobre o bebê e tudo o mais. O velho surtou.-Ela sorriu de novo.-Digo, seu avô ficou molesto de raiva e puxou uma arma pro Fernando.
-Ele ia matar o próprio filho?
-Ia. E ele mandou a Chloe pra casa da serra, pra tirar o bebê com uma parteira que tinha lá. Mas a parteira, - que era a mãe do Fernando, uma empregada da fazenda - não quis fazer o serviço e os ajudou a fugir.


-E? Acabou?
-Não. Nove meses depois, os pais da Chloe os encontraram e tentaram trazê-la de volta a força. Gabriel nasceu na estrada e a gravidez dela era de risco. Quando chegaram aqui, entregaram o menino para um peão dar sumiço.
-Que pecado.-Ai que peninha senti do Gabriel.
-Pois é. O menino estava com um probleminha na respiração e chegou aos braços do Fernando bem doentinho. Ele o levou para o hospital, deixou com sua mãe e foi buscar a Chloe. Seu avô tentou mandá-la para fora do país. Disse que se ela se comportasse, ele a deixaria cuidar do bebê, como se fosse seu irmão.
-Mas ele não o havia entregado?
-Pois é. A polícia veio junto com o Fernando e a levaram daqui. Então começaram as brigas no tribunal, para seu avô cumprir pena junto com os pais da Chloe. Acabaram respondendo em liberdade, pagaram uma indenização caríssima e seus tios se mudaram de vez.
-Mas o Fernando e meu avô estão sempre juntos.
-Muitos anos depois, ele pediu perdão aos dois. E enfim, os dois têm negócios e interesses com os cavalos.
-Entendi.-Deitei a cabeça no colo da minha mãe.-Quer dizer que o Gabriel é meu primo.
-Isso mesmo. Em segundo grau, mas é.
-Nossa.-Me levantei do colo dela.-E o que vou fazer? Aceito o convite ou declino?
-Aceita. E vai ser a madrinha mais linda que esse lugar já viu.

Naquele mesmo dia, meu pai, minha mãe e eu fomos até a fazenda da Chloe e do Fernando. Fomos recebidos com uma bagunça. Revista de vestido de noiva pra cá, flores pra lá. E todos se desculpando por não terem ido pessoalmente entregar os convites.
Por fim, acabei me enturmando com algumas moças que conversavam com a noiva sobre vestido e afins.

Gabriel chegou já no finalzinho da tarde, cinco pares de olhos femininos o comeram vivo. Inclusive os meus. Fiquei imaginando ali, com quantas ele havia trepado.

Ele cumprimentou uma a uma e foi tomar banho. Eu continuei ouvindo as conversas. As moças falavam despudoradamente sobre ele. Meu rosto queimou de raiva e ciúmes, mas Vitória pensou que estava constrangida.

-Meninas, parem de falar essas coisas. O que a Flor vai pensar de vocês?
-Que somos muié uai.-Uma roceirinha falou.-Concorda comigo que o irmão dela é bão de mais?
-Não sei.-Baixei a cabeça. Nem parecia que era eu, a amante do Gabriel, a garota que esperava na janela, a falar.-Então, qual vai ser a cor do vestido?
-Lilás clarinho.-Vitória disse.-Esse modelo aqui.-E puxou uma revista.-E você irá fazer par com Gabriel.
-Ah por causo de que?-A expevitada falou.
-Porque ela não irá arrancar nenhum pedaço dele. E mais, é nossa prima, tem mais direito.

Acabei me afastando daquelas bagunceiras, saí do quarto e bati na porta aonde vi Gabriel entrando.

Ele atendeu com uma toalha em volta da cintura.

-Oi.-Falei constrangida, o que tinha me dado na cabeça?-Está ocupado?
-Não.-Ele me puxou pra dentro do quarto, fechou a porta e me beijou.-Você está linda. Eu quero você.
-Pode pegar.

Ele ergueu a barra do meu vestidinho comportadinho e me escorou na porta. As mãos dele desceram a minha calcinha. As respirações se encontravam e as bocas se calavam.

Os lábios dele passearam pela minha mandíbula e eu senti uns tremores deliciosos. Ele puxou o zíper do meu vestido até embaixo e o arriou até a cintura.

-Vi você de saia curta esses dias e fiquei sonhando com suas pernas. Você continua me torturando, não é diaba?
-São as roupas que tenho.-Ele me ergueu pelo traseiro, me encostou na porta e minhas pernas entrelaçaram sua cintura.-E você some e aparece quando bem entende. Não pode reclamar muito.

Ele riu enquanto me penetrava. Ah aquele pau maravilhoso e duro estava entrando em mim mais uma vez. E que saudade eu senti daquilo tudo dentro de mim.

Meus seios estavam esmagados contra aquele peito bronzeado e minha boca estava ocupada comendo a dele.

Ele me segurou um pouco acima e começou a penetrar com força, me fazendo gemer e me calando.

-Shhh.-Ele me pôs de volta no chão, me virou de costas e voltou pra dentro do meu corpo.-Fica quietinha senão seus pais vão saber o que está acontecendo aqui.


Fechei os olhos e tentei não gemer. Mas ele estava judiando do meu corpo. Segurava meu traseiro, vez ou outra dava um tapa e enfiava com mais força, até que me segurou contra si e arremeteu até gozar.

Eu estava com as pernas trocadas. Me escorei na porta com a respiração pesada, buscando fôlego. Ele me beijava no ombro e no pescoço.

Ajeitei minhas roupas e fui até o espelho pentear os cabelos.
Ele se vestiu, pegou minha calcinha e enfiou no bolso.

-O que vai fazer com isso?
-Vou guardar pra mim.
-Por acaso tem uma coleção de calcinhas das mulheres com quem já transou?
-Não, essa é a primeira, mas agora que falou...
-Nem pensa nisso.-Tentei pegar de volta, mas ele me abraçou e caímos na cama.-Você vai me deixar ir embora sem calcinha?
-Infelizmente vou.-Ele me beijou.-E se você não sair, vão acabar percebendo que está demorando de mais aqui comigo.
-Gabriel!
-Não seja ruim, dá ela pra mim. Uma lembrança.-Ele se aproximou e me beijou.-Hein?
-Certo. Mas isso não vai ficar assim. Ta me devendo.-Me levantei da cama e olhei uma última vez no espelho.-Agora vou indo.

Saí do quarto dele e peguei o corredor até a sala. Meus pais estavam de pé se despedindo.

-Ah querida, eu ia buscá-la agora.-Minha mãe sorriu.-Então, vamos?
-Claro.-Tinha uma coisa gosmenta escorrendo entre minhas pernas.-Mas eu posso usar o banheiro antes?
-Claro querida, é essa porta a direita.
-Obrigada.

Me limpei as pressas o mais rápido que pude e saí dali. Encontrei meus pais na varanda finalmente se despedindo e seguido para o carro. Me despedi como pude e fui correndo atrás deles.

Ah como eu gostava daquele peão veterinário (ou como dizia na novela “Peão Doutor”).



(LINK DA 5º PARTE)
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Histórias de Peão Parte III

Herói.


A chuva fina caiu durante à tarde. E logo o vento se intensificou e relâmpagos e trovões se juntaram à cena.
Fazia mais de uma semana que eu não via Gabriel. Ele não foi me ver quando pedi e isso triplicou minhas fantasias.

Eu ficava toda hora olhando para a porta da varanda, esperando que Gabriel entrasse por ela e fizéssemos amor naquela cama macia, para contrastar com às vezes em que trepamos no chão duro.
Carlos iria embora no dia seguinte e não nos veríamos por um bom tempo.

Eu já estava enjoada daquele namoro há muito tempo. Mas sempre tinha algo dentro de mim que dizia: Continua com ele. Ele é popular, filho de papai rico, bonito. Só te dá presentes caros e ainda tem aquele carrão...
Não, não era minha consciência falando. Eram minhas amigas, minha mãe...
Por Deus, namorávamos desde que eu criei peitos e nunca havíamos transado! Ele falava muito em casamento, sabia que só quando eu estivesse com a aliança no dedo, eu me entregaria a ele. Mas o que faria agora que não era mais virgem?

NADA. E pronto! Aquele namoro chegou aonde tinha que chegar. Eu não queria mais o Carlos e sentia nojo de beijá-lo. Lembrava de todas as garotas com quem eu o peguei no carro, no quarto, no corredor da escola...

“Você não me dá o que eu preciso. Sou homem, tenho minhas necessidades”.
Meu carma terminaria aquela noite. E no outro dia ele iria embora de vez.

Tomei um banho quente e coloquei uma calça de moletom cor de rosa e uma blusa de alças branca. Prendi os cabelos em um rabo de cavalo e fui resolver minha vida com Carlos. Estava tarde, ele estava assistindo a um programa chato de auditório. Quando me viu entrando, deu um sorriso arreganhado demais.

-Finalmente veio me ver. Você ultimamente tem ficado trepada encima daquele cavalo sempre e...
-Quero conversar com você. Mas eu falo e você escuta.-Ele desligou a televisão e jogou o controle sobre a mesa ao lado da cama.-Não dá mais.
-Não dá mais o que?-Ele sorriu.-Hum, ta querendo perder o cabacinho é? Já estava na hora. Vem aqui e deixa tudo comigo gatinha...
-Não! Eu não agüento mais é esse seu jeito arrogante. Sua brutalidade, sua molecagem.-Me afastei da cama e fui pra janela.-Eu não quero mais namorar você.
-Como é que é?-Ele riu de forma arrogante.-Só pode estar brincando. Vem aqui fofinha, deixa eu te pegar do jeito que você gosta. Rapidinho essa história estúpida vai sumir da sua cabecinha oca.
-Cabecinha oca?-Vi a silhueta de um homem andando na chuva. Ele parou bem embaixo da janela e tirou o chapéu. Era ele!-É justamente disso que estou falando. Não dá mais. Amanhã quando você for embora, vai ser definitivo.
-Escuta aqui Maria Flor, estou há muito tempo esperando por você. A hora certa, o momento certo, o dia perfeito. Não me venha com essa de terminar agora.
-Carlos, está acabado.-Olhei de volta pra fora e vi que ele havia sumido.-Detesto seu jeito, sua voz me da raiva e odeio quando me chama pelo nome inteiro. Não sinto mais nada por você, acabou.
-Não mesmo. Você é minha.-Ele vinha pra perto de mim e eu me afastei, indo pra porta.-Aonde pensa que vai?
-O que eu tinha pra falar, já falei. Até nunca mais.

Sempre quis dizer aquilo.

Desci as escadas correndo, pulando degraus e saí de casa pela varanda.

Não enxerguei nada naquela escuridão. Saí na chuva, descalça mesmo e fui até onde ele estava parado há pouco.

Ouvi passos apressados e sorri. Finalmente ele. Estava com tanta saudade que...

Tomei um susto, quando vi Carlos atrás de mim.

-O que faz aqui?
-Cala a boca.-Ele me tapou a boca com uma mão e começou a me empurrar pra longe da casa.-Eu vou embora amanhã sim, mas vou te comer essa noite. Esse cabaço é meu, esperei muito tempo por ele.

Ah meu senhor, ele iria me estuprar. E no meio daquela tempestade, quem ouviria se eu gritasse?

Ele continuou me empurrando e fomos parar perto da entrada, lá aonde havia uma caminhonete velha, estacionada na chuva.

Ele me jogou na caçamba e quando pensei em fugir, me deu uma baita porrada, que me deixou zonza.

Minha roupa estava ensopada e ele começou a tentar arrancar minha calça.

-Você vai ser minha. Finalmente você vai ser minha.-Ele brigava contra o cordão da minha calça, tentando arrancá-lo na pressa.
-Para com isso, por favor.-Tentei empurrá-lo, mas ele me segurou e bateu minha mão sobre a lataria do carro.-Você está me machucando.
-Se você cooperar, não vou machucar mais. E não venha com choro porque...

Ouvi um barulho surdo de uma coisa quebrando e de repente o idiota caiu pra fora da caminhonete. Abri os olhos e lá estava Gabriel, com um porrete na mão, encharcado como eu e com um olhar frio e mortal.
Não sabia se chorava de alívio ou dor. Minha mão sangrava e ardia, meu rosto estava quente.

-Vem comigo.-Ele me abraçou e saímos dali, seguindo direto pra uma casinha velha.-Está tudo limpinho, espera que vou pegar uma coisa quente e seca pra você vestir.
Eu estava abraçada a minha mão machucada, parada no meio da sala. Vi uma cama espaçosa, forrada com uma coxa velha. Ele foi no armário pequeno, pegou um blusão e me levou ao banheiro.

-Tira essas roupas e me dá pra pendurar.

Tentei me acalmar, enquanto tirava as roupas molhadas e me secava antes de colocar o blusão dele. E pensar que naquele momento, se não fosse por Gabriel, eu poderia estar sendo violentada. Meus olhos ficaram cheios mais uma vez. Quando saí do banheiro, ele veio até mim e pegou as roupas. Saiu da casa e foi pra uma varandinha que tinha nos fundos.

Quando voltou, percebi que ele havia trocado a calça por uma de algodão. Estava sem camisa, com os cabelos molhados e uma toalha desbotada jogada no ombro.

-Me deixa ver essa mão.-Ele me fez sentar na cama e puxou minha mão machucada.-Tem que limpar isso. Espera só um minuto.

Minha mão estava esfolada. Sangrava um pouco e ardia bastante. Ele voltou com uma caixinha branca e começou a cuidar do machucado.
A dor aumentou, quando ele jogou iodo sobre o corte. Ai como doía. Voltei a chorar enquanto ele tentava amenizar assoprando.

-Por que você ainda namora esse idiota?
-Não namoro mais. Terminei com ele hoje e ele não aceitou muito bem. Ai, ta doendo!
-Calma.-Ele enfaixou minha mão e me abraçou.-Espero que eu não tenha matado, mas se matei, ele mereceu.
-Obrigada Gabriel.-Ergui a cabeça, mas ele me afastou e levantou-se.-Você mora aqui?
-Às vezes sim, às vezes não.-Ele levou tudo pra guardar e voltou, apagou a luz, deitou e me trouxe para deitar sobre seu peito.-Meu pai morou aqui nessa casinha. Ele também foi empregado do seu avô.
-Entendo.-O beijei no peito.-Você sumiu. Onde esteve?
-Em casa.-Ele enfiou os dedos entre meus cabelos.-Ajudando meus pais com algumas cercas e plantações. Minha irmã vai se casar e eles querem a casa bonita.

Ele nunca havia falado comigo mais do que três palavras em uma frase. E agora, estava dando explicações.

-Senti sua falta.
-Menina, aquilo foi loucura.-Ele virou o rosto pra mim.-Você quase me enlouqueceu com aquelas roupas depravadas. E aquele jeito de me olhar...
-Eu gostei de estar com você.-O beijei no peito mais uma vez.-Gabriel, me fala uma coisa...
-Diga.
-Você sabe meu nome?
-Neta do patrão?-Nós rimos em conjunto.-Por que essa pergunta agora?
-Você sabe ou não?
-Seu nome é Maria Flor da Silva Ramos. Por quê? A pancada te fez esquecer quem é?
-Não.-Ele me abraçou com mais força.-Quem eu sou, influencia em alguma coisa?
-Sim.-Ele me beijou.-E não.
-Não entendi.
-É complicado de entender.-Ele me deitou na cama e se pôs por cima.-Porque implica no fato de você ser neta do patrão e não me preocupa, porque eu tenho um tesão louco em você.

E as mãos dele desceram para a barra da camisa e ele a levantou até a cintura. A boca maravilhosa dele, iria voltar a fazer miséria na minha xaninha. Foi uma delícia sentir a língua dele subindo e descendo pela beirinha, sem entrar definitivamente. Ele tirava dez em prova oral.
Mas me surpreendeu quando parou, desamarrou o cordão da calça e tirou o pau.

-Vem aqui.-Me ajoelhei na cama com ele.-Você já chupou um pau?
-Não.-Mordi o lábio inferior e sacudi a cabeça, já estava com água na boca.
-Quer aprender?-Balancei a cabeça afirmativamente.-A melhor forma de aprender, é praticando.

Bem, nesse momento me lembrei de todos os ensinamentos de minha grande amiga Vanessa. E todos os filmes pornôs que assistimos juntas. E também, todas as vezes que bati na mão dela, que começava a se assanhar.

Enfim, comecei como ela ensinou. Segurei bem na base. E só em pensar, minha bocetinha começou a babar. Mas ela tinha que esperar, logo ia ganhar também.

Lambi a cabeça redonda e vermelha e comecei a engolir. E ele grunhiu quando dei o primeiro chupão. Bem, caminho livre, lambi todo o corpo rijo daquele pau delicioso e chupei mais uma vez. Enfiei o que pude na boca e senti ânsia. Ele riu e me segurou pelos cabelos.

Fechei os olhos e continuei a chupar. Tinha um gosto estranho, não dava pra definir, era diferente. Como chupar um pirulito revestido com chiclete (Ta, a comparação foi tosca, eu sei).

Gabriel indicou como eu devia fazer algumas vezes e no final, deixou tudo comigo. Me empenhei em satisfazê-lo,como ele já havia feito comigo. E ele acariciava meus cabelos, gemia e grunhia baixinho. E a minha pobre e esquecida bocetinha, estava chorando de tesão.

Ele segurou meus cabelos, quando dei uma chupada mais intensa e me fez ajoelhar de novo.

A blusa que eu vestia, foi parar no meio da sala. Ele me abraçou pela cintura e me beijou. Eu não sabia o que se passava na cabeça dele, no corpo. Eu era uma menina ingênua, fui criada assim pela minha mãe. Não morava na roça, mas era como se estivesse sempre ali.
Gabriel colocou o pau entre minhas pernas e ficou sarrando, me deixando louca.

-Gabriel... Eu quero você dentro de mim.-Falei com uma coragem que me faltaria em outras circunstâncias.-Se fosse pra gozar assim, eu andava mais a cavalo.

Ele riu quando me beijou. Caímos na cama e ele deixou meus lábios pelos meus mamilos. 

A tortura estava me matando, doía o tesão. Ele enfiou dois dedos na minha boceta, enquanto a língua fazia a volta nos meus mamilos e a boca os sugava com vontade.

Eu enlouqueci. Aqueles movimentos circulares no meu grelinho me fizeram gozar na mão dele. Ele deixou um mamilo e foi pro outro, enquanto o pau encontrava o caminho da minha gruta. Finalmente ele meteu fundo em mim.

O rosto bonito do meu peão estava na minha mente sempre que eu fechava os olhos. E quando abria, ele estava lá, olhando pra mim com aqueles olhos de gavião.

 Foi delicioso! Completamente delicioso, sentir o mastro entrando e abrindo caminho. Agora minha bocetinha estava mais relaxada e acostumada ao pau dele. E não doía, só quando ele estocava fundo.
Ele me virou de bruços e voltou pra dentro de mim. Nossos corpos estavam colados um no outro, ele penetrava fundo e me mantinha presa no laço daqueles braços fortes.

Uma mão estava agarrada ao meu seio e a outra me mantinha firme contra ele. Então, o ritmo leve aumentou para um mais forte, tipo velocidade quatro e eu gozei gritando e urrando naquele quarto.
E ele também gozou. E quando ele estocou a última vez e parou, eu senti ele pulsando dentro de mim.

Relaxamos. Mas me senti vazia, quando ele se afastou.

-Você precisa ir.-Ele falou em seguida.-Daqui a pouco dão falta de você.
-Não posso ficar mais um pouco?
-É melhor não.-Ele riu.-Eu vou enlouquecer de vez. Vou levar você até a casa grande.
-Tudo bem.-Me sentei na cama.-As roupas molhadas...
-Vai com minha camisa. Espera que eu vou buscar as outras pra você levar.

Ele foi enquanto eu me vestia e voltou com uma bolsa. Fomos calados. Ele abriu um guarda-chuva e me escoltou até a varanda da frente, quando estava protegida sob a marquise, ele me deu as costas e foi embora.

Senti vontade de chorar naquele momento. Fiquei olhando até ele sumir na escuridão.

Entrei, larguei as roupas molhadas na lavanderia, subi e me tranquei no quarto. Tomei um banho quente e fui me deitar. Ainda sonhando com os toques do Gabriel em minha pele aquela noite.

Histórias de Peão. Parte II

Aquela cocheira tem história pra contar!



Minha mãe não percebeu que eu havia perdido a virgindade naquela tarde. Chegamos com cara lavada e inventamos uma desculpa qualquer, então cada um seguiu para seu lado.

Passei o dia inteirinho sentadinha na varandinha do meu quarto, olhando os peões trabalhando. Meu namorado se aproximou, mas as lembranças de Gabriel, me fizeram detestar a presença dele naquele.

-Carlos, podemos conversar outra hora?
-À noite?-Ele indagou com um sorriso safado.
-Não.-Eu me levantei e abri o armário.-Amanhã. Agora, vou atrás do vovô e depois vou dormir cedo, estou cansada.

Eu sabia que meu avô estava com o Gabriel e outros peões, era época de rodeio na cidade e estavam escolhendo os cavalos pra concorrer.

Tomei uma ducha rápida, ainda sentindo o cheiro de Gabriel em meu corpo. Coloquei uma saia jeans e uma blusinha preta, curtinha pra deixar a barriga de fora. Saí do banheiro penteando os cabelos, enfiei os pés nas botas e corri para o estábulo.

Gabriel ficou tenso quando me viu. Meu avô estava acostumado com minha presença, me abraçou e começamos a andar os quatro (Vovô, Gabriel, um outro senhor e eu) pelo estábulo.

-Então princesa, você vai montar ou deixa outra montar o café?
-Eu monto o meu café.-Falei com ciúmes.-Posso?
-Deve.-Meu avô me soltou.-Fernando, preciso que me acompanhe até o armazém.
-Vamos a hora que quiser.-Fernando seguiu para fora dali, não antes de olhar para mim e Gabriel e sorrir.
-Gabriel, aqui está à lista dos cavalos que quero para amanhã.-Ele entregou uma prancheta na mão de Gabriel.-Quer ir a cidade comigo princesa?
-Não vô.-Sorri inocente.-Prefiro ficar, estou cansada.
-Tudo bem.-Ele olhou para Gabriel.-Aproveita e treina minha campeã e o garanhão dela.
-Pode deixar patrão.-Ele sorriu e se voltou para café.-Então rapaz, vamos trabalhar?
-Eu acho que vou deixar você sossegado.
-Não.-Ele segurou meu pulso e me fez voltar pra ele.-Veio me ver?
-Não.-Fiquei vermelha.
-Pode confessar.-Ele me imprensou contra a parede da baia.-Gostou tanto que quer mais?
-Quero...

-Ta ficando safadinha.-Ele abriu a baia e me empurrou para dentro, já com a mão por baixo da minha saia, acariciando meu bumbum.-Fiquei o dia todo excitado por sua culpa.
-Foi você que me agarrou.-Eu desabotoei a blusa dele, Gabriel afastou minha calcinha e começou a passar aquelas mãos calejadas na minha amiguinha, que rapidinho ficou molhadinha.-Não suportei agüentar até a noite.
-Pensei que não quisesse.-Ele me virou de costas, ergueu minha saia e enfiou aquele pau enorme em mim.-Qualquer dia, vamos trabalhar nesse cuzinho. Agora, você tem outras coisas pra aprender.

Fiquei com um tanto de vergonha, eu confesso. Mas Gabriel enfiou com vontade e puxou meus cabelos, beijou minha boca enfiando aquela língua maravilhosa na minha garganta. Ele apertou meus seios com as mãos enormes e foi em um ritmo único e rápido, que ele entrava e saía de dentro de mim. 

-Espera.-Ele me levou para o chão e tapou minha boca, mas continuou metendo.-Fica quietinha, vem gente aí.

Era meu namorado. Ele chamou por mim, enquanto Gabriel continuava metendo fundo. Não sei o que foi feito do Carlos, sei que naquele momento, eu estava de quatro e Gabriel agarrado em minha bunda, enfiando a vara com vontade na minha boceta. Ah... Comecei a rebolar devagar, queria sentir mais, queria que fosse mais rápido. Gabriel me deu um estalado tapa na bunda e enfiou com vontade. Estava doendo e cada vez mais gostoso. Gritei mais alto e gozei naquele pau duro. Minha bocetinha estava tão molhada, que Gabriel escorregava lá dentro. Gabriel terminou o serviço como um bom empregado e saiu de dentro de mim.

-Agora vai pra casa, ver o que teu macho quer.-Ele falou com um tom ciumento.
-Ele pode esperar.-Sentei no colo de Gabriel e chupei os lábios dele.
-Ele quase nos pegou.-Ele falou preocupado.-Seus pais vão castigar você se descobrirem.
-Está bem.-Ajeitei a calcinha no lugar e levantei.-Vai me ver hoje?
-Está ficando arriscado.-Ele fechou a calça e apoiou os cotovelos nos joelhos.-Não tenho nada a oferecer a você.
-Tem sim... Vem me ver.

Meu peão ponderou, mas acabou sorrindo e concordou. Me puxou para seus braços e me beijou, então me deixou ir.


Gabriel naquela época, tinha vinte e sete anos. Trabalhava pro meu avô e estava fazendo fama no rodeio. Ele era um grande peão (grande mesmo!) Com uns braços enormes de tanto laçar touros e um peito musculoso. Os olhos dele eram escuros e os cabelos lisos.
Eu era uma menina, com um corpão e um rostinho de anjo. Gabriel e eu fizemos Loucuras, coisas que nem eu acredito. E que serão contadas aqui, ao longo da história.



(LINK DA TERCEIRA PARTE)
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Histórias de Peão. Parte I


Muitíssimo feliz por ter conseguido postar essa história linda. Espero que gostem, pq com a Maria Flor, o Gabriel e o Miguel, eu me emocionei milhares de vezes. Bjos a todos. Comentem, se puderem. ;)

PRIMEIRA VEZ NA FAZENDA.

Quando eu tinha quinze anos, viajei com meus pais e meu namorado pro rancho do meu avô paterno. Nossa aquele lugar era o paraíso. Lá eu tinha um garanhão que foi presente de aniversário. Ele era negro e se chamava Café.
Também nessa fazenda, trabalhava um peão que era o sonho erótico de muita mulher solteira que dorme nua. Tinha uns braços enormes, as pernas dele eram puro músculo.

Desde nova, me apaixonei por ele. Saímos da fazenda nessa época, brigados com meu avô. Mas, quase quatro anos depois, meu pai precisou voltar. Dessa vez, para ficar. Era a minha chance!
Nem chegamos à fazenda, fui correndo pro estábulo. Estava com tanta saudade do meu garanhão. E quando vi quem estava com ele... Meu coração deu um salto.
Eu estava vestindo um shortinho jeans, botas de couro e uma blusa decotada, amarrada na cintura.

 Aquele homem me deixou excitada com o simples olhar.

Peguei meu cavalinho e com a ajuda de Gabriel, montei na cela e segui sozinha pra cachoeira. Lá eu tirei as botas e entrei na água de roupas mesmo. As horas passaram e eu senti um arrepio, como se alguém estivesse me observando. Com medo, saí da água e quando estava terminando de calçar as botas, Gabriel saiu de dentro do mato montado em uma égua caramelo e com a camisa aberta.

-A água tá boa?
-S... sim.-Minha garganta secou naquele momento.
-Não quer me acompanhar?-Ele desceu do cavalo e terminou de tirar a camisa.
-Acho que não.-Eu terminei de calçar as botas e subi no cavalo.-Pode ficar a vontade.
-Só se você estiver comigo.-Aquele sorriso dele, estava me congelando.-Vamos, eu não mordo.
-Está na hora do almoço.-Esporeei o cavalo e comecei o galope. Gabriel veio atrás de mim e eu aumentei a velocidade. Ele me alcançou e pulou no meu cavalo, o dele continuou correndo até parar no bosque.-O que está fazendo?
-Você não vai se arrepender.-Ele rodeou minha cintura com aqueles braços magníficos e tomou as rédeas.-Vamos dar uma voltinha?
-Melhor não.-Eu estava excitada e com medo de fazer uma grande besteira.-Meu namorado está me esperando.
-Ele pode continuar esperando.-Ele largou um lado da rédea e enfiou a mão dentro do meu short. Dei graças a Deus por estar molhada da água do rio, mas acho que ele percebeu que eu também queria o que ele estava ali pra me dar.-Você veste essas roupas pro me provocar, certo?
-Errado.-Eu fechei os olhos que estavam marejados. Aquela mão enorme na minha bocetinha estava me deixando louca.-Pare com isso.
-Ah menina, você vai ver onde vamos parar.

 Gabriel levou o cavalo até o alto de um morro. Lá havia árvores enormes, ele largou as rédeas do meu cavalo e suas mãos estavam cobrindo meus seios com vontade. Eu gemi de prazer e medo, enquanto ele enfiava a mão dentro da minha calcinha e acariciava minha amiguinha. Nossa aquilo era maravilhoso. 


-Não peão.-Eu tirei a mão dele de dentro da minha calcinha e tentei descer do cavalo.-Me deixa ir.
-Para de frescura pequena.-Ele sugou minha orelha devagar, me deixando louca.-Até parece virgem.
-Eu sou virgem!-Senti meu rosto arder em brasas naquele instante. Nem mesmo meu namorado havia me tocado daquela maneira.
-Para de dar desculpas e vem comigo.-Ele me tirou da cela e me arrastou pra baixo de uma árvore. Começou a desabotoar o cinto e as calças. Meu Deus, que pernas!-Me olhando desse jeito, até parece que ainda é virgem.

Aquilo me deixou sem fôlego. Ele pegou minha mão e pôs dentro da cueca dele. Eu tirei minha mão o mais rápido possível. Ele bufou e a pegou novamente.

-Fica com a mãozinha aqui, fica.-Ele pediu com um tom rouco, que me arrepiou, deixando meus mamilos durinhos.-Isso garota, se solta. Eu não vou te machucar.

As mãos dele desamarraram minha blusa, ele me abraçou e meus seios roçando naquele peito moreno me deixaram com as pernas bambas. Com a manta do cavalo, ele forrou o chão e sentou, me puxando para seu colo.

-Como você está quente.-Ele sussurrou no meu ouvido e me deitou na manta, pra terminar de me despir.-Mudou de idéia?
-Não.-Eu ainda estava com medo, mas o tesão é maior.-Alguém pode ver.
-Estão todos almoçando agora.-Ele tirou a cueca, eu estava só com as botas.-Seu avô tem sorte de ter uma neta maravilhosa como você. Eita velho orgulhoso.
-Ele não vai se orgulhar nada se souber disso.

Gabriel ignorou, ele chupou meus mamilos até eles ficarem durinhos e doloridos. Eu gemi alto, quando ele começou a chupar minha bocetinha com aqueles lábios carnudos. A língua dele passeava pela entradinha e avançava até onde podia, me deixando piradinha.

As mãos de Gabriel passaram por baixo das minhas pernas e alcançaram meus seios. Ele me chupou com vontade, até que eu não sei como, mas gozei. Estava com tanto medo, que só senti minhas forças acabarem, agarrei os cabelos de Gabriel e gozei. Ele lambeu minha xaninha que estava toda sujinha e sorriu com malícia. Se levantou e ergueu minhas pernas, enfiando aquele pau duro em mim. Ele parou por um momento e me olhou preocupado.
-Você é mesmo virgem?
-Não mais.-Meus olhos marejaram e eu gemi baixo quando ele terminou de entrar.-Aai.
-Dói?-Ele indagou ainda surpreso.
-Só um pouquinho no começo.-Sorri.-Agora está tudo bem.

O pau de Gabriel encheu minha bocetinha todinha e eu podia sentir as estocadas com força. Ele segurou minhas mãos acima da minha cabeça e começou o entrar e sair mais rápido. Gemi alto e quanto mais ele entrava, mais eu gemia.

-Não adianta, eu vou gozar.-Ele anunciou, então parou de entrar e sair de mim e ficou roçando a cabeça na entradinha.-Não vou antes de você.

Ele entrava um pouquinho e saía, largou minhas mãos e apoiou minhas pernas em seus ombros. Continuou, entrava um pouquinho e saía, aquilo me deixou louca. Puxei ele para dentro de mim e o pau dele me invadiu com tanta força, que gozamos os dois ao mesmo tempo.

Gabriel largou minhas pernas, se pôs sobre mim e me beijou. Ele estava suado, ofegante e eu louquinha de tesão. Nos vestimos calados e montamos no meu cavalinho, que devia estar excitadíssimo e louco pra pegar uma potranquinha.

-Desculpe.-Ele disse um pouco acanhado.
-Pelo quê?
-Por não ter acreditado em você.-Ele me abraçou por trás, eu apoiei as costas no peito dele e nos dirigimos para onde o cavalo dele estava.
-Você gostou Gabriel?-Indaguei surpresa, por minha cara de pau.
-Sei que vai me trazer problemas, mas é claro que gostei.
-Sabia que pode perder o emprego por conta desse atrevimento?
-Sei.-Ele suspirou.-Vai mandar me prender?
-Só se você não for me ver essa noite.-Sorri com aquela carinha safadinha.-A porta da minha varanda vai ficar aberta...